segunda-feira, agosto 31, 2020

Recordando: Passadeiras do 4º ano da Escola Naval

Em 1966 eram assim as nossas passadeiras do 4º ano da Escola Naval: Da classe de Marinha

Desafios Culturais (42)

Mais um troço do Domínio Público Marítimo para identificação, esperemos que com mais sucesso que os anteriores:



domingo, agosto 30, 2020

14º Aniversário deste Blogue

Neste dia 30 de Agosto de 2020, este blogue do nosso 
Curso Miguel Corte Realcomemora quatorze anos de existência. 


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sábado, agosto 29, 2020

Passeio aos Açores

A descrição duma parte das férias de vários elementos da Família Fonseca em Ilhas açoreanas do grupo central pode ser lida em https://revistademarinha.com/um-passeio-inesquecivel/?utm_source=mailpoet&utm_medium=email&utm_campaign=newsletter-newsletter-number-da-revista-de-marinha_8.

sexta-feira, agosto 28, 2020

CR's em actividade: HAFonseca na Revista de Marinha JUL/AGO 2020

No nº 1016 da Revista de Marinha recentemente publicada, o habitual prefácio do respectivo Director o nosso camarada CR HAFonseca, que assegura outras participações na mesma Revista nomeadamente "A Revista de Marinha há mais de oitenta anos...nº70"


JPVB.

domingo, agosto 23, 2020

Inscrição para beneficiar dos benefícios como antigos combatentes

 Endereço https://ac.dgrdn.gov.pt/envioreq/ para inscrição no Balcão Único da Defesa, para que possam usufruir dos benefícios como antigos combatentes.

Como elementos dos Quadros Permanentes ainda não conseguimos esclarecer o que devemos inserir em Freguesia e Concelho de Recenseamento.

sexta-feira, agosto 21, 2020

Benefícios a Antigos Combatentes

 Benefícios a ex-Combatentes

ASSISTÊNCIA AOS EX-COMBATENTES

Como requerer os benefícios:


1. O antigo combatente tem de apresentar um requerimento através de formulário conforme o constante no Anexo I da Portaria n.º 1035/2009, de 11 de Setembro

ANEXO I

Formulário de requerimento

[a que se referem as alíneas a), b) e c) do artigo 2.º da Lei n.º 3/2009, de 13 de Janeiro]

(ver documento original em https:/dre.pt/application/conteudo/489729  ) ,


 não sendo admitidas fotocópias.


2.   O requerimento pode ser apresentado a todo o tempo e através dos seguintes meios:


o    Internet:

Site: http://www.dgprm.gov.pt

Email: antigos.combatentes@defesa.pt;


o    Correio:
Direção-Geral de Pessoal e Recrutamento Militar
Direção de Serviços de Saúde, Assuntos Sociais e Antigos Combatentes
Av. Ilha da Madeira, n.º 1, 2.º piso
1400-204 Lisboa;


o    Presencialmente:
Balcão Único da defesa
Estrada da Luz, n.º 153,
1600-153 Lisboa Telefone: +351 213 804 200;
Horário de atendimento: Segunda-feira a sexta-feira, das 10h às 17h.

 

3.   Através das associações de antigos combatentes:


o    Associação dos Deficientes das Forças Armadas (ADFA):
Avenida Padre Cruz, Edifício ADFA
1600-560 Lisboa
Telefone: 217512600


o    Associação de Apoio aos Ex-combatentes, Vítimas do Stress de Guerra (APOIAR):
Rua C, Bairro da Liberdade, lote 10, loja 1.10.
1070-023 Lisboa
Telefone: 213808000


o    Associação Combatentes do Ultramar Português (ACUP)
Rua Professor Egas Moniz, n.º 176
4550-146 Castelo de Paiva
Telefone: 255689229


o    Associação Nacional dos Combatentes do Ultramar (ANCU)
Rua D. Simões Carvalho, Solar Sant’Ana
3460-588 Tondela
Telefone: 232822710


o    Associação Portuguesa dos Veteranos de Guerra (APVG)
Largo das Carvalheiras, n.º 52-54
4700-419 Braga
Telefone: 253260933

o    Liga dos Combatentes (LC)
Rua João Pereira da Rosa, n.º 18
1249-032 Lisboa
Telefone: 213468245

Legislação antigos combatentes: Estatuto do Antigo Combatente Lei 46/2020

 Foi publicado o Estatuto do Antigo Combatente: 

Lei 46/2020, publicada no Diário da República n.º 162/2020, Série I de 2020-08-20 , que pode ser consultada aqui.

quarta-feira, agosto 19, 2020

CR's em actividade: Manuel Rebelo Marques

 Um novo artigo do nosso camarada CR Manuel Rebelo Marques sobre o Microbioma que pode ser lido aqui.

sexta-feira, julho 31, 2020

Encontro ocasional de CR's em 27JUL2020

Na área de Carcavelos foram avistados em 27JUL2020 em amena cavaqueira seis CR's, cumprindo para a fotografia as recomendações da DGS:
Sendo todos facilmente identificáveis, aqui deixamos, no entanto, para qualquer dúvida, as referências que nos devem fazer chegar à nossa redação:
Da esquerda para a direita: 1.  2.  3.  4.  5.  6. 

Opiniões: Sobre a Estratégia Portuguesa para o Hidrogénio

A questão da disponibilidade energética para o desenvolvimento e melhoria de condições de vida das populações reveste-se de uma importância decisiva, hoje como no passado, mesmo longínquo. Foi posta em discussão, entre 22MAI e 06JUL, a Estratégia Nacional para o Hidrogénio, na esteira da qual têm sido formuladas várias opiniões. Uma das mais notórias é o Manifesto para a recuperação do crescimento e estabilização económica pós-Covid19 (Tertúlia Energia), que está na origem do artigo do RMarques neste blogue . Foi, entretanto, também posto à discussão, entre 21JUL e 21AGO o documento  Visão Estratégica para o Plano de Recuperação Económica de Portugal 2020-2030.

Esta é mais uma opinião sobre o assunto.

O artigo mencionado dá uma visão sobre a problemática em questão e extrai algumas conclusões, sendo de leitura francamente útil. Conclui considerando que a inevitável descarbonização das actividades humanas encontra no hidrogénio uma solução, já que parece haver disponibilidade financeira e a crise pandémica poderá ser transformada numa oportunidade de mudança na vertente ambiental, que, no entanto, trará sacrifícios.

Conforme a Estratégia Nacional para o Hidrogénio, acima referido, Portugal assumiu o objectivo de atingir a Neutralidade Carbónica até 2050 (em 2016), defendendo-se a introdução de volumes crescentes de hidrogénio verde, substituindo os combustíveis fósseis. Defende-se igualmente que o hidrogénio permitirá reduzir os custos, aumentar a segurança de abastecimento, reduzir a dependência energética, reduzir a emissão de gases com efeito de estufa, promover a eficiência e promover o crescimento do país. Este denso documento expõe diversos aspectos relacionados com a introdução do hidrogénio, defende a solução como oportunidade a aproveitar, e produz estudos detalhando essa oportunidade, as cadeias de valor do hidrogénio, financiamentos e cenários, tratando-se de matéria obviamente complicada cuja avaliação exige qualificação, experiência, dados fiáveis.

De acordo com o Manifesto, também acima referido, a economia portuguesa encontra-se estagnada há duas décadas e a crise pandémica agravou a situação, podendo ainda vir a agravá-la mais do que se prevê, sendo o baixo crescimento económico o problema de base. Os recursos que existam devem ser empregues a resolver esse problema. Considerando que a política energética é fulcral, advoga como fundamental a redução dos custos de produção, o que não acontecerá com a modificação para a estratégia para o hidrogénio. Esta traria a introdução de tecnologias imaturas ou mesmo incipientes, apontando para custos elevados e desproporcionados, preços finais acrescidos, períodos de retorno extensos e incertezas tecnológicas.

O documento que parece mais realista é o Manifesto. A crise pandémica, que em geral é considerada de muito grande extensão e profundidade quer em Portugal quer na UE quer no resto do mundo, encontra-se ainda em desenvolvimento, gerando riscos de alteração das previsões em extensão e forma ainda desconhecida. Não reconsiderar a estratégia para a energia nesta conjuntura parece imprudente, sobetudo à luz da magnitude dos períodos envolvidos, da importância da energia, do valor dos investimentos necessários e do peso relativo da pegada carbónica do país no contexto quer europeu quer mundial.

Há, ainda, uma muito grande probabilidade de que os valores financeiros insertos na Estratégia venham a revelar-se errados, mesmo que pudéssemos esquecer a crise pandémica, o que não seria caso único, sobretudo em períodos longos, fazendo temer pela sustentabilidade do projecto. A Estratégia (Financiamento e Mecanismos de Apoio) aborda a magnitude das consequências financeiras implicadas pela transição para o hidrogénio, que parecem extensas, implicar crescimento e mesmo inovação. Elenca, igualmente, vários instrumentos financeiros da UE e nacionais, que poderão estar disponíveis, o que mostra que significativa quantidade de decisões não será nacional e de algum modo indicia fragilidade.

É muito provável que a transição para o hidrogénio seja acompanhada por um acréscimo de custos da energia, já que os recursos investidos têm de ser de alguma forma pagos – a energia verde será mais cara e a tecnologia do hidrogénio está ainda imatura. Como consequência é justo temer que os custos da energia quer para as empresas quer para os particulares não venham a ser minimizados, o que é de importância crucial na recuperação, por afectar a competitividade. Não contribuindo o hidrogénio para as exportações, a balança de pagamentos nacional deverá sofrer.

Hoje mesmo, o INE publicou estatísticas que mostram uma queda do PIB na ordem dos 16%, numa UE que ronda os 15%, o que não pode deixar de se considerar uma péssima notícia, apesar de esperada. As consequências sociais não vão faltar e sacrifícios também não. Estaremos preparados para acrescentar a estes os que são consequência da Estratégia?

De uma forma sucinta, o que daqui se vê é um risco não aceitável na sobreposição da estratégia para o hidrogénio, como concebida, com um período de recuperação que será longo, difícil, imprevisível e necessário. Estaremos preparados para considerar a crise pandémica ‘uma oportunidade’? Para o Manifesto a política energética ‘tem sido apenas um subproduto das políticas ambientais e climáticas’ e com esta estratégia continuará a sê-lo. Virá a ser a própria recuperação, também, um subproduto?

Não se pode ignorar o ambiente, naturalmente. Ao longo da desejada descarbonização é certo que haverá insucessos, erros, dúvidas e outros obstáculos, mas é absolutamente necessário que sejam sempre recuperáveis, de dimensão aceitável. Caso contrário podemos causar ainda maiores danos do que os previstos ou atrasos irremediáveis no casamento da energia com o ambiente. Sejamos prudentes e realistas.