Neste mês de Junho os seguintes elementos deste curso celebrarão mais um aniversário:
O Luís Alberto Cristiano d'Oliveira, nascido em 06JUN (1943) e falecido em 27JUN (2012) e o Lino António da Conceição Pereira Machado, nascido em 06JUN (1943).
Neste mês de Junho os seguintes elementos deste curso celebrarão mais um aniversário:
No dia 1 de Maio de 1965 a SAGRES partiu de Lisboa com destino a alguns portos do Brasil e para representar a Marinha de Guerra Portuguesa na revista naval comemorativa da batalha de Riachuelo, integrada no IV centenário da fundação da cidade do Rio de Janeiro.
Em 6 de Junho o navio atracou ao cais da Praça Mauá, no Rio de Janeiro, e no dia 11, na Baía de Guanabara, teve lugar a revista naval que foi passada pelo Presidente da República do Brasil, embarcado num navio de guerra brasileiro, estando presentes, além da SAGRES, navios de guerra da Argentina, Chile, Espanha, Inglaterra, Itália, Holanda e diversos navios brasileiros.
Os navios estavam embandeirados em arco e a SAGRES, com o pessoal estendido nas vergas, prestou as honras devidas, incluindo as salvas.
Na véspera, no dia 10 de Junho, DIA DE PORTUGAL, todos os navios presentes na Baía de Guanabara se associaram às comemorações do feriado nacional português, tendo, também, por especial deferência, havido salvas ao meio dia. No mesmo dia teve lugar a bordo da SAGRES a cerimónia de entrega à Marinha Brasileira da “Portugaliae Monumenta Cartographica” e a imposição de condecorações a entidades brasileiras pelo Ministro dos Negócios Estrangeiros de Portugal.
No dia 16 de Junho o navio largou do cais e fez-se ao mar. Fora da barra, uma ligeira brisa permitiu, depois de contornados o Pão de Açúcar e a Ilha de Cotunduba, navegar à vela em frente de Copacabana.
O navio chegou a Santos no dia 17 e depois de ter escalado Salvador, Recife, S. Vicente de Cabo Verde e alguns portos dos Açores e Leixões entrou em Lisboa no dia 31 de Agosto.
Extraído
do livro
“SAGRES, A ESCOLA E OS NAVIOS”,
Edições Culturais da Marinha, 1984
A 30 de Março de 1922, às 0700, Gago Coutinho e Sacadura Cabral levantaram voo no hidroavião “Lusitânea”, do Tejo.
A viagem aérea Lisboa-Rio de Janeiro prende neste momento as atenções de todos os portugueses.[...]
Preparada no silencio, gerada e realizada no silencio, esta façanha assemelha-se a uma grande catedral, cuja esplendorosa imponencia só pode ser bem vista e bem considerada a distancia. Os portugueses, enervados por longos anos de estagnação de espirito, impregnados do ambiente da manifesta decadencia que nos tem envolvido, já iam perdendo, entre muitas das suas outras faculdades adormecidas, a propria faculdade magnífica de admirar. Quando Sacadura Cabral e Gago Coutinho, em lacónicas linhas de notíciario, deixaram saber que iam tentar a travessia aérea do Atlântico, o público ficou quasi indiferente. [...]
Mas o avião partiu, e a sua partida, feita em tão propícias circunstâncias, deu o primeiro safanão nos nervos do público.
Era pois verdade que dois homens, dois portugueses diferentes de quasi todos os outros, que detestavam o estrondo a volta do seu nome, iam tentar a maior, a mais extraordinária viagem aérea que tem sido imaginada desde que o homem começou a sentir-se o rival das andorinhas. Portugal ergueu-se e voltou os olhos para as bandas do Atlântico. [...]Diário de Notícias, 10 de Abril de 1922
Da viagem em si ficaram-nos descrições precisas das diversas etapas, dos contratempos, ansiedades e riscos, dúvidas e decisões e os reflexos da «aventura» nos jornais da época.
O sucesso da «aventura» despertou variadas reacções internacionais e entusiasmo popular quer em Portugal quer no Brasil, cumulando Cabral e Coutinho de aplausos, honrarias, festejos, banquetes e distinções. Ouçamos o próprio Coutinho.Aproxima-se a hora mais emocionante da «magnífica aventura»... Deixem que se mantenha ainda a expressão «magnífica aventura», agora que vão sendo conhecidos, de uma maneira incontestável, os famosos recursos scientíficos, os extraordinários elementos recolhidos por um estudo aturado e escrupulosíssimo, de que se servem Sacadura Cabral e Gago Coutinho.
Ante os enormes conhecimentos da sciência, aprimorados com descobertas até agora mantidas em sigilo, e que pela primeira vez dão à navegação aérea foros de viagem regular, os riscos da audaciosa tentativa são menores.
São menores mas são ainda espantosos, e antes de partir o comandante Sacadura Cabral publicamente afirmou haver cincoenta por cento de probabilidades favoráveis contra cincoenta de duvidosas.
São dois homens de sciencia, valentes e confiados no seu saber, que vão em demanda do Brasil. Não são dois aventureiros. Mas a sua tentativa não pode, apesar de tudo, deixar de ser considerada uma aventura, tendo em conta que de Cabo Verde a Fernão Noronha vão 1.260 milhas, que estas têm de ser percorridas de noite, que o aparelho levanta vôo em condições esforçadas de peso máximo, e que por esse Oceano fora - o Oceano da lenda, renovada por essa estrada nova que nem as grandes aguias marítimas percorreram - não haverá senão vagos pontos de apoio. [...]Diário de Notícias, 11 de Abril de 1922
terminara a nossa navegação astronómica e começava outra mais tormentosa para que não estávamos preparados, nem mesmo com a viagem a Madeira: a navegação através dos festejos, banquetes e bailes.
[...] as nossas chegadas aos portos eram sempre tão agitadas, pela massa de povo que se comprimia nos cais, que dir-se-ia nos éramos dois indesejáveis cujo desembarque se pretendia evitar. E recorriam a todos os meios: baterias sobrepostas de máquinas fotográficas, discursos, champanhe, abraços, beijos, barragens de moças atirando-nos flores aos olhos, etc. Ofuscado desta maneira, que almirante teria vencido um combate naval?
[...] os pedidos de autógrafos foram tantos e tão liberalmente satisfeitos que, só de os escrever, ostentava no dedo um grande calo, mas não cheguei contudo a ter a boca calejada de dar beijos...Diálogo com Gago Coutinho, de Mário Costa Pinto, Verbo, 1962 - Citado em Gago Coutinho, o Último Grande Aventureiro Português, de Rui Miguel da Costa Pinto, Eranus, 2014
Ficara demonstrado que era possível navegar com precisão, num aeroplano, sobre uma superfície tão indistinta como o mar.
Para comemorar o centenário da «aventura», realizou-se a 3ABR uma cerimónia militar organizada pela Marinha e pela Força Aérea que incluiu um desfile aeronaval, presidida pelo Presidente da República.
ooOoo
Na Ucrânia, durante todo o mês de Abril, a guerra continuou sem sinais que permitam optimismo a quem anseie por um cessar fogo ou um qualquer acordo que ofereça perspectivas de regresso breve à paz, mesmo que mínimas. Pelo contrário, o conflito parece consolidar-se, ameaçando expandir-se e vir a ser longo.
As autoridades da Federação Russa, tendo indicado ter sido atingido o primeiro objectivo na guerra que designam de ‘operação militar especial’, anunciaram uma nova estratégia focada no Leste da Ucrânia, pretendendo libertar as repúblicas de Donetsk e Lugansk, tendo retirado do Norte do país; mais tarde, foi divulgado que o plano era efectivamente dominar todo o Sul da Ucrânia, privando-a do acesso ao Mar Negro e garantindo uma ligação por terra à península da Crimeia e à Transnístria, território separatista da Moldávia, onde a população, pró-russa, estaria a ser oprimida.
Como resultado da da retracção do dispositivo militar russo que ameaçava Kiev pelo Norte, as forças ucranianas avançaram para regiões onde se tornou patente a destruição causada pelo conflito e um elevado número de mortos, incluindo valas comuns contendo grande número de corpos, tendo sido levantadas insistentes suspeitas da existência de crimes de guerra, o que a Federação Russa nega, afirmando tratar-se de montagem destinada a denegrir as suas Forças Armadas.
A capacidade militar das forças ucranianas continua a mostrar-se sólida e decidida a enfrentar a invasão, tendo mesmo conseguido atingir o cruzador Moskwa, peça importante das forças navais russas no Mar Negro, provocando-lhe danos que levaram ao seu afundamento.
Neste mês de Maio, acabado de chegar, os seguintes elementos deste curso celebrarão mais um aniversário, a quem enviamos um abraço de parabéns:
12MAI (1946) Tito João Abrantes Serras Simões
22MAI (1943) António Fernando Vasconcelos da Cunha
24MAI (1944) José Matias Cortes
25MAI (1944) João António Lopes da Silva Leite
26MAI (1945) José Luís Pereira de Almeida Viegas
30MAI (1946) José Luís Rodrigues Portero
Recordamos também o José Pires Sargento Correia, nascido a 05MAI e o Carlos Amante Crujeira, nascido a 10MAI, que já faleceram.
Com a pesada herança da invasão da Ucrânia pelas forças da Rússia, chegou Abril, o mês dito ‘das águas mil’. Março viu as atenções e receios virados quase na totalidade para a guerra e os graves acontecimentos que dela decorrem ou podem decorrer. Mais de 4 milhões de refugiados que procuraram abrigo principalmente nos países mais próximos (Polónia, Eslováquia, Hungria, Roménia, Moldávia) mostram a gravidade da situação.
As forças invasoras entraram na Ucrânia pelo Norte, pelo Leste e pelo Sul, mas a resistência ucraniana, se há um mês já surpreendia os observadores dada a diferença de capacidade militar, mostrou tenacidade e capacidade suficientes para, aparentemente, deter a progressão russa. Muitas opiniões têm atribuído principalmente a deficiências dos invasores essa falta de dinamismo, citando-se frequentemente dificuldades logísticas, mas tal não seria possível sem uma sólida preparação defensiva e capacidade militar no lado ucraniano, não esquecendo, também, a reacção de grande número de países, quer no campo diplomático quer na aplicação de sanções, quer ainda no apoio em armamento ao país invadido.
A violência, destruição, sofrimento e a morte foram, ao longo de todo o mês passado companheiros da população ucraniana, num dia a dia em que o futuro não tem contorno definido e as razões invocadas, obscuras, destituídas de fundamento. Infelizmente não se descortina para breve uma solução para o conflito que afaste o uso das armas, e o prolongamento tende a aumentar o risco de expansão.
Em Portugal, a 30MAR, tomou finalmente posse o XXIII Governo Constitucional, na sequência das eleições havidas a 30JAN.
Neste mês de Abril de 2022 completam mais um ano:
07ABR (1945) Manuel Agostinho de Castro Freire de Menezes
12ABR (1944) Alfredo Virgílio Vitorino Dias
27ABR (1945) Victor Manuel Jorge Amaral
Daqui a todos enviamos um abraço de parabéns.
Recordamos também o Joaquim Francisco de Almeida Paes de Villas-Boas, nascido em 18ABR e o José Carlos Alves d’Almeida, nascido em 26ABR, ambos já falecidos.
Na madrugada de 24 de Fevereiro forças militares russas desencadearam a invasão da Ucrânia. Após uma concentração em grande número e dispostas ao longo das fronteiras da Ucrânia com a Rússia e com a Bielorússia (que se mostrou colaborante), após insistentes desmentidos quanto à intenção de invasão que se escudavam na realização de exercícios, apesar de numerosas e intensas iniciativas diplomáticas, eis o desenlace, o desencadear de uma guerra procurando dominar pela força um país independente.
Trata-se de um acontecimento que trará provavelmente modificações profundas nas orientações de muitos responsáveis europeus cujos países integram a União Europeia ou a OTAN - já que mais próximos do conflito em curso e do seu significado - mas também em outras regiões, dado o relacionamento internacional que, em inúmeras áreas, forma a globalização. Após desencadeado o ataque, os responsáveis russos mantêm um discurso de onde se pode inferir que não limitem os seus objectivos à Ucrânia, incluindo mesmo a gravíssima ameaça do recurso à capacidade nuclear militar de que dispõem. Há quem esteja convencido de que voltará ou já voltou a guerra fria, mas a guerra (simplesmente) está em curso e não parece que tenda a arrefecer.
Por agora os combates mantêm-se e a destruição, a morte, o desespero, os actos heróicos, o sofrimento generalizado das populações, as ondas de refugiados com tudo o que tal implica, voltaram a esta nossa Europa. É indubitável que se encontram traços semelhantes ao que se passou no século passado e, conhecendo-se a história, não é fácil manter a tranquilidade.
A Ucrânia mantém uma posição combativa que parece oferecer significativas dificuldades ao invasor nestes primeiros dias de um conflito que se pode prolongar no tempo, o que tem motivado surpresa em diversos observadores, dada a diferença de capacidade militar de que padece frente ao poderio inimigo, tendo mesmo obtido a realização de um encontro para conversações, realizado a 28Fev, do qual não parece que tenha resultado algo de concreto, a não ser a possibilidade de um segundo encontro, mas que não deixa de ser importante.
A União Europeia reagiu, na frente diplomática, sem conseguir desviar a Rússia dos planos que já tinha traçados, e depois do início da agressão, pela aplicação de sanções económicas, financeiras e restrições no uso do espaço aéreo, cujo resultado não será efectivo a curto prazo, mas que poderá constituir uma barreira, no futuro, às intenções belicistas da Rússia, implicando provavelmente reflexos significativamente negativos. Numa perspectiva talvez mais imediata também foi anunciado o financiamento da aquisição de armamento destinado às forças ucranianas, uma novidade no seio da União.
De muitas origens, em todo o mundo, têm sido noticiadas posições e acções que revelam, no geral, mas com excepções, uma posição reprobatória da invasão. Não é, naturalmente, possível prever como irá evoluir o conflito ou que consequências dele resultarão, quer no curto quer no longo prazo. Qualquer que seja o desenlace final, porém, o prejuízo é certo; o que permanecerá imprevisível é a sua dimensão e extensão.
Em Portugal, no princípio do mês de Fevereiro, e na sequência das eleições legislativas de 30 de Janeiro, verificou-se a existência de irregularidades no apuramento de votos do círculo da Europa, tendo sido determinada, pelo Tribunal Constitucional, a sua repetição, inviabilizando todo o planeamento referente à entrada em funções da Assembleia da República e do novo Governo, esperando-se que a situação fique regularizada nos finais deste mês de Março. As consequências estender-se-ão bem para além desta data, dada a modificação radical das condições existentes, se comparada com as que prevaleciam no final do ano passado.
A 23 de Fevereiro foi com grande consternação que tomámos conhecimento do falecimento do nosso Camarada Azevedo Coutinho, aqui renovando as condolências à sua Família, Amigos e Camaradas.
Neste mês de Março celebrarão o aniversário os seguintes membros do CR, aos quais daqui enviamos os parabéns:
07MAR (1944) Francisco Ferreira Baptista
09MAR (1945) José dos Santos Jorge
12MAR (1943) António José Valadas Borrego Linhan
24MAR (1944) Zenóbio José Roque Cavaco
Recordamos os camaradas já falecidos, António Dias Ferreira (em 04MAR2012), e Fernando Sanches de Oliveira (nascido a 25MAR).
É com muito pesar que damos a conhecer o falecimento, hoje ocorrido, do nosso Camarada e amigo Azevedo Coutinho, de cuja companhia sentiremos muita falta.
Sentidas condolências à sua Família, Amigos e Camaradas.
O conceito de Cibersegurança, ao longo dos tempos, até motivado pela própria noção de transformação digital, tem sido alvo de diversas interpretações. Se pode ser entendido como o conjunto de medidas e ações necessárias para prevenir, monitorizar, detetar, analisar e corrigir redes e sistemas de informação face às ameaças a que estão expostos, tentando manter um estado de segurança desejado e garantir a confidencialidade, integridade, disponibilidade e não repúdio da informação, pode, por outro lado, ser definido como o sentimento de segurança percecionado pelas pessoas quando usam a Internet e as tecnologias digitais.As características da cibersegurança (também, naturalmente, extensas, variadas e complexas) originaram o aparecimento de especialistas e investigadores em cada uma das áreas técnicas em que se pode decompor, formando mercado florescente. Numa estimativa recente, o negócio da cibersegurança andaria próximo, em 2021, dos 200 mil mega-euros em todo o mundo e o impacto do cibercrime atingiria uns 3 biliões de euros no mesmo ano, embora haja que suspeitar da existência de incidentes não conhecidos, e por consequência armazenamento de dados em parte incerta - prontos a usar em oportunidade a definir pelo atacante ou por quem os tenha a ele adquirido.
(Conforme o Centro Nacional de Cibersegurança, CNCS)
O risco, (aqui entendido como o produto entre a probabilidade de ocorrência de um evento e as suas consequências), tenderá certamente a aumentar, tornando a cibersegurança elemento crítico para evitar que o risco (“ciberrisco” ?) atinja níveis que possam ser uma barreira no caminho do desenvolvimento e do progresso sociais.É precisamente com um foco neste contexto de interação em segurança, tanta quanto possível, de pessoas, processos e tecnologias, que o Centro Nacional de Cibersegurança (CNCS) desenvolve a sua missão com o objetivo contribuir para uma utilização livre, confiável e segura do ciberespaço de interesse nacional.
Atuando como coordenador operacional e autoridade nacional em matéria de cibersegurança junto das entidades do Estado, operadores de infraestruturas críticas nacionais, operadores de serviços essenciais e prestadores de serviços digitais, o CNCS transporta também a sua ação para a sociedade em geral.
(Conforme o Centro Nacional de Cibersegurança, CNCS)
Em tempo: depois de já escrito o texto acima, a 30 de Janeiro veio a público o possível ataque informático aos serviços da Assembleia da República. Os assaltantes, que por sinal se identificaram como sendo os mesmos que atacaram o grupo Impresa, afirmam ter desviado volumosa e diversa informação “sensível” e ter encontrado “sistemas tecnológicos antigos, sem manutenção“. Não há confirmação deste incidente, até ao momento de publicação, mas o site da Assembleia está inacessível para que sejam conduzidas as necessárias investigações: ou seja, nem mesmo é necessário praticar o acto, basta anunciá-lo para que se produzam danos.
Por entre as azáfamas do dia a dia, para cada um diferentes, um período que desejamos que decorra para todos envolto em felicidade e no calor familiar.
E que o Ano Novo, que já não tardará muito, decorra em paz e harmonia.
Bom Natal
Feliz Ano Novo
De facto, e de acordo com o que então já preveníamos, a evolução da COVID19 exigiu uma prudente e cuidadosa ponderação da situação, que levou à decisão do cancelamento, embora com profundo lamento.
Logo que seja possível reataremos os convívios, esperando, naturalmente, uma rápida melhoria da situação.