quinta-feira, julho 05, 2018

A PASTELARIA SUIÇA


No fim do passado mês de Junho, soubemos, através de informação passada pela Câmara Municipal de Lisboa aos Orgãos de Comunicação Social, que a Pastelaria Suíça, “espaço icónico” no Rossio, vai em breve encerrar, apesar de os proprietários, há não muito tempo, a terem candidatado ao processo de classificação de Loja com História, visando a continuação da actividade em condições mais consonantes com o seu passado quase centenário e com a imagem de prestígio e tradição genericamente reconhecida, especialmente pelos habitantes da capital.
A Suíça aumenta, assim, uma cada vez mais preocupante e extensa lista de casas que fizeram a vida de Lisboa, submetendo-se desta forma a cidade, e o país, à inexorável onda de destruição do equilíbrio social e humano em que a urbe, desde os primórdios, assentou a sua evolução e desenvolvimento de forma mais ou menos harmoniosa e coerente.
E tudo isto acontece porque, por razões que alguns (entre os quais me incluo) consideram ter bastante de conjuntural (e nem quero elaborar sobre isto, para não atraír o mau-olhado), o mundo terá descoberto que Portugal e os seus sítios, com a bela Lisboa e o excitante Porto à cabeça, são os melhores locais do planeta para visitar e passar férias. E como (quase) todos os habitantes deste satélite do Sol fizeram aquela descoberta ao mesmo tempo, há que, sem contemplações, criar de repente hotéis, pensões, hostels, alojamentos locais, residenciais, e etc., para satisfazer as exigências, não só das levas de forasteiros emergentes mas, principalmente, as dos (milhões de) agentes económicos de (certamente por acaso) esmagadora maioria estrangeira.    
Quanto às consequências deste quadro para os autóctones, não parece haver problema: a grande maioria dos agora ex-ocupantes das casas, bem como dos donos dessas lojas, é constituída por velhos, sem ânimo e, principalmente, sem capacidade para contrariar o efeito letal do vórtice que os atingiu.
Pelo que há apenas que esperar que o tempo, desejavelmente no curto prazo (para não incomodar em excesso as consciências), resolva este pequeno grão na engrenagem de uma contabilidade impessoal e veneradora da divindade défice.
E porque é que o passamento da Suíça “cabe” no blogue do CR?
Será que tal corresponde ao alinhamento na generalizada angústia e preocupação cívica da sociedade?
É, mas não só.
A Pastelaria Suíça teve, tem, e presumo que terá, sempre, um interesse particular para um conjunto relevante de Oficiais da Marinha, entre aqueles que começaram pela Escola Naval à roda dos anos sessenta do século passado. Nesses saudosos tempos, os cadetes que iniciavam a sua vida na nossa Briosa – os mancebos, a mancebia – estavam sujeitos à praxe. Praxe madura, consolidada, com mecanismos efectivos de controlo, com o Comodoro da Praxe, cadete do último ano, escolhido pelo seu prestígio e dimensão humana e social, a intervir de modo eficaz quando ocorriam excessos por atropelo à dignidade das pessoas.
Praxe abençoada, digo eu agora, porque, complementando a missão primeira da Alma Mater , a nossa Escola Naval - a de formar homens dignos e marinheiros competentes - contribuiu decisivamente para o crescimento social e dos princípios de muitos de nós, entre os quais orgulhosamente me incluo, 
Em aparte, lembro que a nossa praxe, aquela que vivi e pratiquei, não tem, nem de longe, qualquer semelhança com as poucas vergonhas e extrema imbecilidade que, todos os anos, grupos (ou bandos?), muitas vezes alcoolizados (de onde, mais tarde, vão saindo aqueles que conduzem os destinos de todos nós), levam a cabo em algumas Escolas do ensino superior, transbordando para as ruas das nossas cidades o produto dos seus desvarios, em cenas abjectas que envergonham qualquer mortal decente, mas que têm o beneplácito e a aceitação de governantes, directores de faculdades e mesmo autoridades, quadro a que a população reage com conformada indiferença.
Voltando à nossa praxe, é aqui que entra a Suíça…
Do menu de práticas a aplicar à mancebia, constava então a imposição de alguns deles, no regresso do fim de semana, terem de passar pela Pastelaria Suíça e adquirir, para um cadete mais velho mandante (à época cerimoniosamente tratado por “sr. Comandante”), um pastel de nata, mas com a nuance de o mesmo ser acompanhado da respectiva factura.
Como se calcula, os funcionários da Pastelaria, quando viam entrar um cadete, impecavelmente fardado e com ar mais ou menos imberbe, já nem perguntavam nada; avançavam com a encomenda, acompanhada por um sorriso de compreensão e estima.
No que me diz respeito, comprei muitos pastelinhos por essa via, mas também comi um número equivalente, repartido pelos mancebos dos Cursos que se seguiram ao nosso.
Vou agora tratar de apagar esta memória dos meus registos, antes que, no local da Suíça, apareça um qualquer hotel de charme, onde se poderá certamente jogar ténis, mas não adquirir, com ou sem factura, um pastel de nata para embarcar na Vedeta das 23 horas.
P.S. Só uma pequena referência a outro ícone da nossa vida de então: o Pic-Nic, onde frequentemente nos reuníamos: já fechou há anos, já foi várias coisas, agora está fechado.
Também tenho pena, bastante.
5/7/2018
Ass: FSLourenço

quarta-feira, julho 04, 2018

Utilidades: Requerimento para distintivo de tempo de embarque e de navegação (Cobre, prata ou ouro)



Exmo Senhor
Vice-almirante Comandante Naval


(NII)_____________, (Posto)_________, (Classe)______,(Situação no Quadro) RES; REF; RD(L); ____,
(NOME)______________________________________________________________residente_____________________________________________________________________________________________________. Telf. __________________, solicitando que lhe seja atribuído o distintivo alusivo ao Tempo de Embarque e ao tempo de navegação, conforme previsto no despacho do Almirante CEMA nº 29/05, de 6 de Maio.
              
Pede deferimento

                Lisboa,        de                       de 2018         
            x __________________________________________________________             
                                             
Informação complementar:
Grau Bronze: 1095 dias (3 anos) de tempo de embarque ou 3000 horas de tempo de navegação.
Grau Prata: 2920 dias (8 anos) de tempo de embarque ou 8000 horas de tempo de navegação.
Grau Ouro: 5475 dias (15 anos) de tempo de embarque ou 15000 horas de tempo de navegação.

terça-feira, julho 03, 2018

sábado, junho 30, 2018

Aniversários de elementos do CR em Julho de 2018

Neste mês de Julho temos os seguintes aniversariantes a quem enviamos um abraço de parabéns:
07JUL(1944) FILIPE HORÁCIO PEREIRA MACEDO (ver aqui)
09JUL(1944) HUMBERTO RAMOS DA COSTA ROQUE
18JUL(1942) ANTÓNIO JOSÉ CORREA POSSIDÓNIO ROBERTO
25JUL(1945) JOÃO FURTADO DE AZEVEDO COUTINHO
29JUL(1944) ANTÓNIO MANUEL VARELA MARQUES DE SÁ

Recordamos também neste mês de Julho, nas datas dos respectivos nascimentos, camaradas que já não estão entre nós: 
Em 03 de JULHO (de 1945) o MÁRIO ALBERTO DIAS MONTEIRO SANTOS e em
09 de JULHO (de 1945) o nosso camarada JOSÉ MANUEL BELO VARELA CASTELO.

sexta-feira, junho 29, 2018

Encontros do CR: Planos para Setembro de 2018 (0) e (1)

Aditamento, urgente, à mensagem abaixo:
As últimas atualizações/ novidades dos próximos encontros do CR
1. Almoço com o Zé Viegas
Agendado para o dia 10 Julho- 3ª feira, na Ass. Fuzos no Barreiro pelas 13H. Para quem pretenda ir de barco, o que recomendo, nas vésperas informarei o horário. 
2. Passeio com almoço
Por motivos de força maior, que o Lourenço sabe melhor informar, o dia passou para 30 Set2018- domingo.

Quem já manifestou a intenção ou inscrição para estas actividades, não necessita de confirmar. Para o passeio solicito uma resposta até 08 Jul2018.

Camaradas e amigos,
Na sequência do último almoço, ficaram agendadas 2 actividades:
-Almoço-convívio com o Zé Viegas
Em princípio na 3ª semana de Julho, em data a combinar com o filho, na Associação FZ no Barreiro;
Agradeço informação dos interessados.

- Almoço com passeio de barco na Barragem de Castelo de Bode no dia 29 de Set2018.
A comissão organizadora agradece a informação sobra a disponibilidade/intenção da vossa presença (não é ainda a inscrição), pois necessitamos desses elementos para planeamento logístico, um vez que a ideia é irmos de autocarro a sair de LX e saber os preços em função do número de participantes. A participação é extensiva às esposas e afins.

O Organizador-mor ACFidalgo




segunda-feira, junho 25, 2018

CR's em actividade: Na Academia de Marinha em 28JUN2018

O nosso camarada CR ACRDuarte, no dia 28 de Junho de 2018, na Academia de Marinha a apresentar o livro "A Grande Guerra no Atlântico Português":


sábado, junho 23, 2018

Bodas de ouro de elementos do CR (2)

Apesar de já ter passado a ser frequente no nosso CR não queremos deixar de assinalar alguns camaradas que já completaram os 50 anos de casados neste ano de 2018 (depois dos vários que já celebraram essa data em 2017).
É o caso dos seguintes, a quem, bem como às respectivas mulheres, enviamos, ainda que atrasados os nossos parabéns:
19FEV2018 António Borrego Linhan (Maria Rosa)
03MAR2018 Arménio Fidalgo (Maria Eduarda)
08JUN2018 Fernando Santos Lourenço (Ermelinda Maria)
23JUN2018 Zenóbio Cavaco (Maria do Céu)


quarta-feira, junho 20, 2018

A propósito dos Encontros CR

... " Dá muito que pensar, por exemplo, o significado antropológico da mesa, que tem um papel tão central na construção das nossas humanidades e é realmente, na diversidade das suas formas, medidas e feitios, um objecto transcultural. Nem por acaso Jesus Cristo colocou a mesa no centro da celebração da fé cristã. Porque é que existe a mesa? Porque é que que nos sentamos à mesa uns com os outros para tomar a refeição? Não será apenas por razões materiais ou económicas, mas sobretudo por razões de vida. Sentamo-nos juntos em torno do alimento, porque nos alimentamos não só da comida, mas uns dos outros. Temos uma verdadeira necessidade da presença, da hospitalidade, da palavra, do cuidado e do afecto dos outros. À volta de uma mesa reconhecemo-nos melhor, alimentamo-nos mutuamente com um elemento invisível: o da relação."...

Texto incluído num livro recentemente editado. Quem é o autor e de que livro se trata?

sábado, junho 09, 2018

CR's nas Redes Sociais

Do Facebook: Na "Comemoração do aniversário dum camarada do Curso" ou "Como se abre uma das últimas garrafas dos 50 anos do CR?"

terça-feira, junho 05, 2018

Encontros mensais do CR: 14 de Junho de 2018

Antes de iniciarmos um merecido período de férias, ainda vamos realizar o nosso 6º almoço do ano.
Vamos voltar ao formato inicial, ou seja, na segunda 5 ª feira do mês, que será a 14 de Junho, às 1230 no CMN.
Para quem não esteve presente e não leu este blog, no último participaram 8 casais e 5 sós. Pelos comentários produzidos, consideramos que foi do agrado geral e que esta experiência deve ser repetida. No próximo almoço iremos debater o assunto, mas como ponto de partida, propomos um passeio fluvial numa barragem (Castelo de Bode ou Alqueva), naturalmente com almoço, em meados de Setembro e alargado às mulheres.
Fico a aguardar as inscrições até ao dia 12 Jun.

Um abraço da Organização
Fidalgo

segunda-feira, junho 04, 2018

Nota do Editor do livro "Comandar no Mar"

Do livro amplamente difundido e já de todos os elementos do CR conhecido, não resistimos a divulgar a Nota do Editor, o nosso camarada de Curso HAFonseca:
Nota do Editor
   Julgo que ninguém contesta a importância da figura do “chefe”, qualquer que seja a sua designação em concreto; numa organização será provavelmente, na maioria dos casos, a pessoa de maior relevo.
   O “chefe”, como se sabe, está sempre sob observação; tudo o que faz, ou não faz, é comentado pelos seus subordinados. É quem dá o tom à sua organização, que privilegia uma atitude em relação a outra e os seus subordinados tendem a “alinhar” com ele. Um bom “chefe”- atento, dinâmico, competente, motivador- é um “multiplicador de força”, tira partido dos meios e capacidades da sua organização e obtém bons resultados. Um mau “chefe”, por outro lado, acaba por desperdiçar os recursos em pessoal e material que lhe atribuíram e não cumpre os objetivos que se esperam de si.
    Como referia Camões ... um fraco Rei faz fraca a forte gente, e Napoleão, num registo diferente, dizia ... não há maus regimentos, há maus coronéis. Em perspetivas diferentes ambos acentuam a importância da liderança.
     No mar, um Comandante é ainda mais importante. As guarnições vivem isoladas, dias, semanas ou mesmo meses a fio, nos seus navios, que operam num meio muitas vezes hostil. Uma decisão errada do Comandante, na navegação ou na manobra, pode colocar em risco o navio e todos os que lá estão a bordo; a confiança da tripulação na capacidade profissional do seu Comandante é algo a assinalar e a reter.
   Nestas circunstâncias, se o Comandante é uma figura tão importante, como referimos, há que escolher sempre os mais aptos para exercerem aquele cargo e dar-lhes a melhor preparação possível para o exercício daquelas funções.
  No passado aprendia-se a bordo - a chamada formação on-job - vendo como os nossos Comandantes desempenhavam as suas funções, na maior parte dos casos pela positiva, retendo procedimentos a ter, mas noutros, pela negativa, tomando nota de atitudes a evitar.
  Fui eu próprio Oficial de guarnição numa fragata onde tive dois Comandantes, com estilos de comando diferentes, com quem muito aprendi. Mais tarde, como 1º Ten., comandei aos 24 anos o draga-minas RIBEIRA GRANDE e mais tarde a LDG ARÍETE, na Guiné-Bissau; em Cap-Ten fui Oficial Imediato da fragata ALMIRANTE MAGALHÃES CORREIA e Comandante da corveta AFONSO CERQUEIRA e por fim, fui o primeiro Comandante da fragata CORTE REAL. Em todas as funções de comando fui aprendendo, embora cada navio e cada guarnição tenham as suas especificidades e não haja procedimentos padrão nem receitas definitivas. A dezenas de anos de distância destes meus desempenhos, julgo que posso dizer, sem ser mal interpretado, que fui um Comandante com sorte; mas também posso referir que ter sorte nesta minha acepção, dá algum trabalho e muita preocupação...
     Da minha experiência, se me permitem, gostaria de deixar a quem nos lê duas “dicas”: “pensar em antecipação” e “sentir a guarnição”.
    Como referem frequentemente os anglo-saxónicos, é sempre bom ... keep your options open ... e think ahead ... ou seja, o Comandante tem que estar sempre atento às circunstâncias, da meteorologia à navegação, do Comando superior à sua guarnição, e desenvolver mentalmente planos B, C, etc, antecipando que a situação pode evoluir de forma diferente do previsto, do plano A. A experiência e o bom-senso são aqui muito importantes.
    A outra dica refere-se ao ambiente que se vive a bordo, ao “sentir a guarnição”. Saía eu próprio  com frequência da minha camarinha, passava pela ponte e pelo CO (Centro de Operações) e dava uma volta pelos exteriores do navio, fazendo ... management by walking around. Apercebia-me com facilidade se algo de anormal se passava, do rancho às licenças, pela atitude do pessoal e pelos subtis sinais que nessa altura me enviavam, e que captava; depois, com o Imediato, com os Chefes de Departamento e com o Sargento mais antigo tratava de identificar o problema ... e depois, de o resolver. Aqui também a experiência e o bom-senso são muito importantes.
            Em 2004 e 2005, quando exerci as funções de Comandante Naval, presidi como era costume a dezenas de cerimónias de “entrega de comando” de unidades navais. Pretendi então oferecer algo de pessoal aos novos Comandantes, algo que concorresse também para prestigiar a função e que lhes fosse útil; à falta de melhor, mandei vir dos Estados Unidos, do U.S. Naval Institute, o livro Command at Sea, que oferecia aos Comandantes no fim da cerimónia atrás referida, com uma minha dedicatória. Não era o ideal, mas sim o possível, pois não encontrei entre nós nenhum livro que me parecesse adequado.
 Quando em 2016 editei o livro “Duas Naus, um Cruzador ... e duas Fragatas” achei muito interessantes os testemunhos dos diversos Comandantes que se sucederam no comando do N.R.P. VASCO DA GAMA. Em conversa com o Cte. Orlando Themes de Oliveira, daqui nasceu a ideia de editar um livro tendo como tema o exercício das funções de Comandante, procurando recolher experiências que pudessem ser úteis, suscitando reflexão aos atuais Comandantes em funções e aos Oficiais mais modernos, que mais tarde serão também chamados a funções de comando no mar.
   O livro que tenho o gosto de agora editar recolhe os testemunhos de antigos Comandantes de navios de guerra e de navios da Marinha Mercante, incluindo dois textos assinados por Oficiais da Reserva Naval. Com a ressalva de que sou parte interessada neste projeto, deu-me muito gosto ler estes textos e estou certo de que serão úteis a quem for indigitado para Comandante, permitindo-lhe refletir sobre os diversos aspetos do exercício das funções de comando no mar e mesmo fazer alguma auto formação; eram estes, aliás, os nossos propósitos iniciais. Mas não só ! Este livro será também certamente útil para quem desempenhe funções de chefia ou de comando  nos outros ramos das Forças Armadas e nas Forças de Segurança, e em organizações civis e nas empresas. Desde que exista um chefe, subordinados e colaboradores, e objetivos a atingir, as reflexões que os textos aqui publicados suscitam terão certamente interesse e utilidade.
    Ao Prof. Doutor. João Carlos Espada os meus sinceros agradecimentos pelo seu excelente prefácio, que muito valorizou esta obra.
   Ao Almirante Nuno Vieira Matias e aos demais autores dos textos, o meu muito obrigado pelos seus testemunhos e pela partilha da sua rica experiência de mar com os nossos leitores.
   Ao Cte. Orlando Themes de Oliveira, camarada e amigo de há dezenas de anos e  coordenador desta edição, um sentido obrigado e um abraço de amizade.
   À administração da THALES Portugal e da Edisoft, o nosso reconhecimento pelo patrocínio que generosamente deram e que permitiu viabilizar economicamente a edição desta obra.
   Uma palavra última para a Gráfica Lousanense cuja “tripulação” muito se esmerou em atingir uma produção gráfica de excelente apresentação e muita qualidade.
  Termino com um merecido BRAVO ZULU para os autores dos textos, prefaciador, coordenador da edição e para todos os que de alguma forma contribuíram para a concretização deste projeto.

domingo, junho 03, 2018

O ex-NRP "Delfim"

A situação em que se encontra o ex-SSK "DELFIM" (em que navegaram os submarinistas do nosso Curso), prestou-se ao que os órgãos de comunicação divulgaram, nomeadamente aqui.