Faz hoje sete anos que o Luís Manuel Rocha da Silva nos deixou. Morreu precisamente em 11 de Maio de 2002.

Aqui o recordamos numa fotografia dos primeiros tempos da Escola Naval , quando ainda não era por Rocha da Silva que o conhecíamos.
No aniversário da morte do saudoso CR Luís Rocha da Silva, é devida uma palavra evocativa da sua memória.
Desde cedo, nas Conferências Vicentinas, teve preocupações sociais. Distribuiu em abundância a generosidade material e o conforto sensível de um coração grande.
Foi um homem bom.
Estudante distinto (ainda hoje figura na galeria dos alunos notáveis dos Pupilos e,na EN, foi CR4 à entrada e CR2 à saída), gostava de música clássica, frequentava bailado e ópera e era consumidor compulsivo de literatura. A natural discrição não revelava a amplitude dos seus horizontes.
Foi um homem de cultura.
Sem adequado suporte familiar (órfão aos treze anos e filho único de mãe que dele dependia e o condicionava), frustrado de amores, abraçou cultivar a partilha e a camaradagem.
Foi um homem de afectos.
Avesso à papelada inerente aos AN, conseguiu ultrapassar,com dignidade e competência ,os espinhos da função.
Foi um profissional brioso.
Consciente das maleitas que o afectavam, descuidou-se de si e facilitou o acidente que o inferiorizou. Houve quem se aproveitasse da situação. Contudo,a facilidade de concitar simpatias, granjeou-lhe, na Marinha, as inúmeras amizades que, empenhadamente, lhe atenuaram as agruras da fase final da vida.
Foi um amigo, que deixou saudades.
Costa e Silva
Desde cedo, nas Conferências Vicentinas, teve preocupações sociais. Distribuiu em abundância a generosidade material e o conforto sensível de um coração grande.
Foi um homem bom.
Estudante distinto (ainda hoje figura na galeria dos alunos notáveis dos Pupilos e,na EN, foi CR4 à entrada e CR2 à saída), gostava de música clássica, frequentava bailado e ópera e era consumidor compulsivo de literatura. A natural discrição não revelava a amplitude dos seus horizontes.
Foi um homem de cultura.
Sem adequado suporte familiar (órfão aos treze anos e filho único de mãe que dele dependia e o condicionava), frustrado de amores, abraçou cultivar a partilha e a camaradagem.
Foi um homem de afectos.
Avesso à papelada inerente aos AN, conseguiu ultrapassar,com dignidade e competência ,os espinhos da função.
Foi um profissional brioso.
Consciente das maleitas que o afectavam, descuidou-se de si e facilitou o acidente que o inferiorizou. Houve quem se aproveitasse da situação. Contudo,a facilidade de concitar simpatias, granjeou-lhe, na Marinha, as inúmeras amizades que, empenhadamente, lhe atenuaram as agruras da fase final da vida.
Foi um amigo, que deixou saudades.
Costa e Silva
1 comentário:
Uma homenagem oportuna e merecida.
O Luís permanece connosco.
Ferreira de Carvalho
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