sábado, março 31, 2018

Aniversários de elementos do CR: Abril de 2018

Neste mês de Abril de 2018 completam mais um ano:

MANUEL AGOSTINHO DE CASTRO FREIRE DE MENEZES 07ABR (1945)

ALFREDO VIRGÍLIO VITORINO DIAS 12ABR (1944)

JOAQUIM FRANCISCO DE A. PAES DE VILLAS-BOAS 18ABR (1946)

JOSÉ CARLOS ALVES D’ALMEIDA 26ABR (1945)

VICTOR MANUEL JORGE AMARAL 27ABR (1945)

A todos os aniversariantes um abraço de parabéns!

quarta-feira, março 28, 2018

CR's em actividade: No IDJC , na Publicação "Roteiros"

No número 11, do ano de 2017, do "Boletim do Instituto D. João de Castro", nº 11  que pode ser consultado aqui , registamos mais uma vez a participação do nosso camarada CR ACRebeloDuarte, também Director desta Publicação, no seu artigo "A CPLP, uma comunidade à procura de um caminho", nas páginas 235 a 270.

domingo, março 25, 2018

Encontros mensais do CR: 22 de Março de 2018 (2)

Realizou-se nesta Quinta-Feira, 22 de Março, o 3º almoço do ano do CR, com a presença de 11 elementos: ARDuarte, ACostaeSilva, ACAnaia, AFidalgo, EFCarvalho, FCSilva, FSLourenço,  HRoque, JHenriques, PReynaud e PRoberto.
O encontro decorreu no CMN, com a natural jovialidade da "velhada", proporcionada pela irreverência do FSL, pese embora a recente "banhada" vinda da pérfida albion.

Notas: RELIM do Organizador-Mor e foto do PRoberto obtida através da Newsletter do CMN.




sábado, março 10, 2018

Encontros mensais do CR: 22 de Março de 2018

Conforme comunicação do Organizador-Mor ACFidalgo, que pretende respostas (por mail ou telefone):

Estão todos convidados/convocados para o próximo almoço que se irá realizar no CMN na 5ª Feira dia 22 de Março de 2018, pelas 12H45.
Estamos a pensar no de Abril associar as "consortes", num fim de semana, mas nas redondezas.
Aceitam-se sugestões.

sexta-feira, março 09, 2018

Uma vocação que se perdeu...

Penso que muito poucos se aperceberam na altura, mas nos longínquos tempos da Escola Naval, sobretudo durante algumas aulas cuja profundidade temática ia muito para além da nossa capacidade cognitiva, debilitada por muitas noites mal dormidas, nasceu neste vosso prezado camarada uma irresistível vocação poética que, se viesse a ser devidamente orientada e estimulada, o levaria até ao Parnaso onde certamente cairia nos braços do Orpheu, conforme se comprova no poema que se segue, que se divulga em estreia mundial, e que brotou de inspiração súbita obtida durante uma aula de Física, do nosso estimado professor Dr. Noémio Macias. 
Dos episódios aqui relatados alguns de nós certamente ainda se recordarão. 


quinta-feira, março 08, 2018

A Casa da Balança, ainda.

Depois de ter escrito, em 28FEVp.p., umas linhas sobre a Casa da Balança, veio ao meu conhecimento a existência de uma colectânea de artigos, designada por “NAU DE PEDRA”, coordenada pelo CALM Malheiro do Vale e editada em 1988 pela REVISTA DA ARMADA.
E é desse trabalho que retiro este excerto, que refere a Casa da Balança:
“ Era ali que os oficiais se fardavam antes de embarcar na Caldeirinha e seguir para bordo e era ali também que, no regresso, se vestiam à paisana antes de sair para a rua (alguns continuavam com uniforme). Também era obrigação todos lerem a Ordem antes de sair, para tomar conhecimento de qualquer movimento que lhes dissesse respeito. Outra coisa que faziam era lerem os boletins meteorológicos com as previsões para os dias próximos. Assim, a balança, como abreviadamente era designada, era o maior centro de convívio dos oficiais e ali se resolviam altos problemas da corporação.
Com a mudança do Arsenal e de muitos outros serviços para a margem sul e consequente desaparecimento do Quadro dos Navios de Guerra (embora tenha voltado mais tarde – nota minha), por terem passado os navios a estacionar na Base do Alfeite, a Casa da Balança perdeu toda a sua importância, acabando por servir como arrecadação de material.
Atendendo ao grande número de oficiais que passou a servir na Nau de Pedra, o ilustre ministro Pereira Crespo mandou restituí-la à sua traça primitiva. Embora sem o movimento e agitação de outrora, tornou-se um local tranquilo, onde os reformados esperam a hora do almoço, lêem as Ordens e as previsões meteorológicas, conversam…”
Neste texto dedicado à Casa da Balança, é ainda revelada a origem do nome, é feita menção à utilização do local para “exposições da Marinha – do Instituto Hidrográfico, do Grupo Um de Escolas da Armada, da história da TSF na Armada, de selos, etc”.
E é dado especial destaque ao discurso que o então Presidente da República, Dr. António José de Almeida, ali proferiu em 23 de Junho de 1923, felicitando a Armada pela realização do grande feito que foi a “feliz conclusão da Primeira Travessia Aérea do Atlântico Sul, levada a cabo pelos heroicos aviadores navais Sacadura Cabral e Gago Coutinho.”
Desse discurso, a Armada gravou um excerto em placa de bronze colocada nas paredes da Casa da Balança e depois transferida (coincidindo com a citada mudança do Arsenal e de outros serviços) para o Museu de Marinha, tendo finalmente “regressado ao seu lugar – aquele onde ecoou a palavra de ouro do Presidente – quando da reconstrução ordenada pelo ministro Pereira Crespo.”
……………………………………………………………………………………………………………………..
Ficam então, aqui, mais alguns subsídios para a História da Casa da Balança.
Dizem-me que a História não se repete…
Mas, como é sabido, foi, recentemente, (re)instalado o Balão do Arsenal.
Por isso…

07MAR18
FSL

segunda-feira, março 05, 2018

Memórias de 1963 (1)

Quem se lembra ainda da imensa lista do enxoval na nossa entrada na Escola Naval em 1963?
Um dos artigos eram os cabides (não me lembro de quantos e não eram os do bridge), de que encontrei, em casa, pelo menos o exemplar que se mostra:
Tudo marcado com CR__

CR's em actividade: Referências na Revista da Armada de DEZ2017


sexta-feira, março 02, 2018

Falecimento da mulher dum elemento do CR: Do JCAlvesde Almeida (1)

Recordando que no dia 23FEV2018 no Hospital Almada, faleceu a Maria Júlia "Juca", mulher do nosso camarada José Carlos Alves de Almeida (CR26), informamos que a Missa do 7o. Dia vai realizar-se no próximo Domingo dia 04 de Março pelas 18.30 horas na Igreja de Cacilhas (Igreja de Nossa Senhora do Bom Sucesso - sita na rua Cândido dos Reis, 31, 2800-677 Almada). 

quarta-feira, fevereiro 28, 2018

A Casa da Balança


Anos 60. Anos 70. Anos 80. Anos 90.
Durante estas décadas, fui muitas vezes ao Ministério – designação de pleno direito, até meados de 70, depois transmutada, sem efeitos práticos e adesão popular, até hoje, para ICM (Instalações Centrais da Marinha).
E fui, mais do que dezenas de vezes, mais do que centenas, milhares. A maior parte, para lá trabalhar, a maioria das restantes para me encontrar com alguém, da Corporação, para falar, para conviver, para combinar qualquer coisa, para, enfim, socializar, como agora parece que assim é que é correcto dizer-se.
E o processo da preparação desses encontros era praticamente imutável: um contacto pessoal prévio ou um telefonema pela rede fixa da Companhia dos Telefones, feito de casa ou numa cabine pública, por onde passava a frase consagrada por repetida invocação naquelas décadas de existência de uma Marinha só vagamente parecida com a da realidade que o País hoje nos oferece : “ Então, amanhã, às ..h..m, encontramo-nos na CASA DA BALANÇA
A Casa da Balança era, então e como durante mais de uma centena de anos, um local aberto onde os Oficiais se encontravam, onde muitas vezes ao longo da História se reuniram, onde muitas decisões, da maior transcendência para a Marinha e para o País, foram tomadas, onde, enfim, muitas vezes pulsou o coração do Ramo abençoado que escolhemos para servir.
Na fase em que a conheci e comecei a usufruí-la, enquanto esperava, lia as Ordens, ali disponíveis em pastas, fazia um telefonema pela Rede Privativa da Marinha, usava, quando necessário, a casa de banho adjacente.
Um dia, um chefe – não sei se 3 estrelas, se 2 estrelas, se um largo e três estreitos, ou menos – mandou fechar a Casa da Balança. Não houve, que eu conheça, qualquer explicação ou justificação; se calhar, não tinha mesmo que haver, o espaço é militar, manda quem pode, obedece quem deve.
E fechou, pronto.
Como primeira e imediata consequência, a IP do procedimento de rendez-vous  nas agora ICM teve que ser alterada: sem a Casa da Balança, que era a nossa Bola Nívea das praias, passou a ser mais difícil ler as Ordens (muitos perguntarão: para que é que queres ler as Ordens?) e passou a ser necessário ir aos guardas dos Portões pedir para usar o telefone da Rede da Marinha (diz a estatística que a maioria deixa, os outros, depende do humor do momento).
Quanto ao novo local de encontro, ainda hoje não foi eleito, que eu saiba, o sucessor da Casa da Balança.
Apercebi-me depois, por ecos da Voz da Abita, que a decisão tinha sido tomada para reservar aquele espaço, de grande Simbolismo, História e Tradição, exclusivamente para determinado tipo de cerimónias oficiais, que até então decorriam em acumulação com a secular utilização atrás enunciada.
Ao longo dos anos de interdição, que se seguiram até ao presente e por dificuldades de compreensão das razões que estiveram na sua base, fui perguntando, quando surgia a oportunidade, a responsáveis da Organização (a começar em 3 estrelas e por aí abaixo) o porquê. E se não era possível reverter esta situação.
Seria porque a dignidade das cerimónias era afectada pela frequência partilhada? Não me parece.
Seria porque os frequentadores degradavam o espaço, limitando-lhe a dignidade e a história testemunhada pelas paredes centenárias? Nunca reparei.
Seria porque sujavam o espaço, não limpando os sapatos à entrada ou atirando lixo pró chão? Também nunca vi.
Surpreendentemente, nunca obtive qualquer explicação coerente que sustentasse a decisão há anos tomada, recebendo quase sempre, para além da compreensão pela minha incompreensão, a promessa de que estas minhas cunhas (ou lobbies, para ser mais moderno – mas estes, pro bono, nada de barrosisses duronas) subiriam a quem de direito, para desejável reversão.
O que ainda não aconteceu.
Ontem, tive a sorte de poder voltar à Casa da Balança, na cerimónia de entrega de um Camarada que muitíssimo prezo; pude assim usufruir, por uma vez mais, da dignidade e nobreza do espaço e – declaração particular de interesse – pude igualmente ter o meu momento de reflexão e orgulho, encostado ao canto SW da Casa ( a Meca, o Muro das Lamentações dos Comunicativos Navais), onde há mais de 100 anos a nossa Marinha se tornou pioneira nas comunicações radiotelegráficas militares, facto assinalado por placa colocada no exacto local desse marcante acontecimento.
E, portanto, (como diria um técnico do jogo da bola nacional) vou continuar à espera. Sentado, que a idade já pesa.
Mas esperançado.
FSL
28FEV18

Aniversários de elementos do CR: Março 2018

Fazem anos neste mês de Março de 2018 os seguintes elementos do CR:

FRANCISCO FERREIRA BAPTISTA 07MAR (1945)

JOSÉ DOS SANTOS JORGE 09MAR (1945)

ANTÓNIO JOSÉ VALADAS BORREGO LINHAN 12MAR (1943)

ZENÓBIO JOSÉ ROQUE CAVACO 24MAR (1944)


Um abraço de parabéns para todos.

Lembramos também:

 no dia 04MAR(2012) o António da Silva Dias Ferreira, na data em que, em Lisboa, ocorreu o seu falecimento;
 no dia 25MAR (1943) o Fernando Sanches Oliveira, recordando o dia em que nasceu.