sábado, junho 23, 2018

Bodas de ouro de elementos do CR (2)

Apesar de já ter passado a ser frequente no nosso CR não queremos deixar de assinalar alguns camaradas que já completaram os 50 anos de casados neste ano de 2018 (depois dos vários que já celebraram essa data em 2017).
É o caso dos seguintes, a quem, bem como às respectivas mulheres, enviamos, ainda que atrasados os nossos parabéns:
19FEV2018 António Borrego Linhan (Maria Rosa)
03MAR2018 Arménio Fidalgo (Maria Eduarda)
08JUN2018 Fernando Santos Lourenço (Maria Ermelinda)
23JUN2018 Zenóbio Cavaco (Maria do Céu)


Encontros do CR: Planos para Setembro de 2018 (0)

Camaradas e amigos,
Na sequência do último almoço, ficaram agendadas 2 actividades:
-Almoço-convívio com o Zé Viegas
Em princípio na 3ª semana de Julho, em data a combinar com o filho, na Associação FZ no Barreiro;
Agradeço informação dos interessados.

- Almoço com passeio de barco na Barragem de Castelo de Bode no dia 29 de Set2018.
A comissão organizadora agradece a informação sobra a disponibilidade/intenção da vossa presença (não é ainda a inscrição), pois necessitamos desses elementos para planeamento logístico, um vez que a ideia é irmos de autocarro a sair de LX e saber os preços em função do número de participantes. A participação é extensiva às esposas e afins.

O Organizador-mor ACFidalgo

quarta-feira, junho 20, 2018

A propósito dos Encontros CR

... " Dá muito que pensar, por exemplo, o significado antropológico da mesa, que tem um papel tão central na construção das nossas humanidades e é realmente, na diversidade das suas formas, medidas e feitios, um objecto transcultural. Nem por acaso Jesus Cristo colocou a mesa no centro da celebração da fé cristã. Porque é que existe a mesa? Porque é que que nos sentamos à mesa uns com os outros para tomar a refeição? Não será apenas por razões materiais ou económicas, mas sobretudo por razões de vida. Sentamo-nos juntos em torno do alimento, porque nos alimentamos não só da comida, mas uns dos outros. Temos uma verdadeira necessidade da presença, da hospitalidade, da palavra, do cuidado e do afecto dos outros. À volta de uma mesa reconhecemo-nos melhor, alimentamo-nos mutuamente com um elemento invisível: o da relação."...

Texto incluído num livro recentemente editado. Quem é o autor e de que livro se trata?

sábado, junho 09, 2018

CR's nas Redes Sociais

Do Facebook: Na "Comemoração do aniversário dum camarada do Curso" ou "Como se abre uma das últimas garrafas dos 50 anos do CR?"

terça-feira, junho 05, 2018

Encontros mensais do CR: 14 de Junho de 2018

Antes de iniciarmos um merecido período de férias, ainda vamos realizar o nosso 6º almoço do ano.
Vamos voltar ao formato inicial, ou seja, na segunda 5 ª feira do mês, que será a 14 de Junho, às 1230 no CMN.
Para quem não esteve presente e não leu este blog, no último participaram 8 casais e 5 sós. Pelos comentários produzidos, consideramos que foi do agrado geral e que esta experiência deve ser repetida. No próximo almoço iremos debater o assunto, mas como ponto de partida, propomos um passeio fluvial numa barragem (Castelo de Bode ou Alqueva), naturalmente com almoço, em meados de Setembro e alargado às mulheres.
Fico a aguardar as inscrições até ao dia 12 Jun.

Um abraço da Organização
Fidalgo

segunda-feira, junho 04, 2018

Nota do Editor do livro "Comandar no Mar"

Do livro amplamente difundido e já de todos os elementos do CR conhecido, não resistimos a divulgar a Nota do Editor, o nosso camarada de Curso HAFonseca:
Nota do Editor
   Julgo que ninguém contesta a importância da figura do “chefe”, qualquer que seja a sua designação em concreto; numa organização será provavelmente, na maioria dos casos, a pessoa de maior relevo.
   O “chefe”, como se sabe, está sempre sob observação; tudo o que faz, ou não faz, é comentado pelos seus subordinados. É quem dá o tom à sua organização, que privilegia uma atitude em relação a outra e os seus subordinados tendem a “alinhar” com ele. Um bom “chefe”- atento, dinâmico, competente, motivador- é um “multiplicador de força”, tira partido dos meios e capacidades da sua organização e obtém bons resultados. Um mau “chefe”, por outro lado, acaba por desperdiçar os recursos em pessoal e material que lhe atribuíram e não cumpre os objetivos que se esperam de si.
    Como referia Camões ... um fraco Rei faz fraca a forte gente, e Napoleão, num registo diferente, dizia ... não há maus regimentos, há maus coronéis. Em perspetivas diferentes ambos acentuam a importância da liderança.
     No mar, um Comandante é ainda mais importante. As guarnições vivem isoladas, dias, semanas ou mesmo meses a fio, nos seus navios, que operam num meio muitas vezes hostil. Uma decisão errada do Comandante, na navegação ou na manobra, pode colocar em risco o navio e todos os que lá estão a bordo; a confiança da tripulação na capacidade profissional do seu Comandante é algo a assinalar e a reter.
   Nestas circunstâncias, se o Comandante é uma figura tão importante, como referimos, há que escolher sempre os mais aptos para exercerem aquele cargo e dar-lhes a melhor preparação possível para o exercício daquelas funções.
  No passado aprendia-se a bordo - a chamada formação on-job - vendo como os nossos Comandantes desempenhavam as suas funções, na maior parte dos casos pela positiva, retendo procedimentos a ter, mas noutros, pela negativa, tomando nota de atitudes a evitar.
  Fui eu próprio Oficial de guarnição numa fragata onde tive dois Comandantes, com estilos de comando diferentes, com quem muito aprendi. Mais tarde, como 1º Ten., comandei aos 24 anos o draga-minas RIBEIRA GRANDE e mais tarde a LDG ARÍETE, na Guiné-Bissau; em Cap-Ten fui Oficial Imediato da fragata ALMIRANTE MAGALHÃES CORREIA e Comandante da corveta AFONSO CERQUEIRA e por fim, fui o primeiro Comandante da fragata CORTE REAL. Em todas as funções de comando fui aprendendo, embora cada navio e cada guarnição tenham as suas especificidades e não haja procedimentos padrão nem receitas definitivas. A dezenas de anos de distância destes meus desempenhos, julgo que posso dizer, sem ser mal interpretado, que fui um Comandante com sorte; mas também posso referir que ter sorte nesta minha acepção, dá algum trabalho e muita preocupação...
     Da minha experiência, se me permitem, gostaria de deixar a quem nos lê duas “dicas”: “pensar em antecipação” e “sentir a guarnição”.
    Como referem frequentemente os anglo-saxónicos, é sempre bom ... keep your options open ... e think ahead ... ou seja, o Comandante tem que estar sempre atento às circunstâncias, da meteorologia à navegação, do Comando superior à sua guarnição, e desenvolver mentalmente planos B, C, etc, antecipando que a situação pode evoluir de forma diferente do previsto, do plano A. A experiência e o bom-senso são aqui muito importantes.
    A outra dica refere-se ao ambiente que se vive a bordo, ao “sentir a guarnição”. Saía eu próprio  com frequência da minha camarinha, passava pela ponte e pelo CO (Centro de Operações) e dava uma volta pelos exteriores do navio, fazendo ... management by walking around. Apercebia-me com facilidade se algo de anormal se passava, do rancho às licenças, pela atitude do pessoal e pelos subtis sinais que nessa altura me enviavam, e que captava; depois, com o Imediato, com os Chefes de Departamento e com o Sargento mais antigo tratava de identificar o problema ... e depois, de o resolver. Aqui também a experiência e o bom-senso são muito importantes.
            Em 2004 e 2005, quando exerci as funções de Comandante Naval, presidi como era costume a dezenas de cerimónias de “entrega de comando” de unidades navais. Pretendi então oferecer algo de pessoal aos novos Comandantes, algo que concorresse também para prestigiar a função e que lhes fosse útil; à falta de melhor, mandei vir dos Estados Unidos, do U.S. Naval Institute, o livro Command at Sea, que oferecia aos Comandantes no fim da cerimónia atrás referida, com uma minha dedicatória. Não era o ideal, mas sim o possível, pois não encontrei entre nós nenhum livro que me parecesse adequado.
 Quando em 2016 editei o livro “Duas Naus, um Cruzador ... e duas Fragatas” achei muito interessantes os testemunhos dos diversos Comandantes que se sucederam no comando do N.R.P. VASCO DA GAMA. Em conversa com o Cte. Orlando Themes de Oliveira, daqui nasceu a ideia de editar um livro tendo como tema o exercício das funções de Comandante, procurando recolher experiências que pudessem ser úteis, suscitando reflexão aos atuais Comandantes em funções e aos Oficiais mais modernos, que mais tarde serão também chamados a funções de comando no mar.
   O livro que tenho o gosto de agora editar recolhe os testemunhos de antigos Comandantes de navios de guerra e de navios da Marinha Mercante, incluindo dois textos assinados por Oficiais da Reserva Naval. Com a ressalva de que sou parte interessada neste projeto, deu-me muito gosto ler estes textos e estou certo de que serão úteis a quem for indigitado para Comandante, permitindo-lhe refletir sobre os diversos aspetos do exercício das funções de comando no mar e mesmo fazer alguma auto formação; eram estes, aliás, os nossos propósitos iniciais. Mas não só ! Este livro será também certamente útil para quem desempenhe funções de chefia ou de comando  nos outros ramos das Forças Armadas e nas Forças de Segurança, e em organizações civis e nas empresas. Desde que exista um chefe, subordinados e colaboradores, e objetivos a atingir, as reflexões que os textos aqui publicados suscitam terão certamente interesse e utilidade.
    Ao Prof. Doutor. João Carlos Espada os meus sinceros agradecimentos pelo seu excelente prefácio, que muito valorizou esta obra.
   Ao Almirante Nuno Vieira Matias e aos demais autores dos textos, o meu muito obrigado pelos seus testemunhos e pela partilha da sua rica experiência de mar com os nossos leitores.
   Ao Cte. Orlando Themes de Oliveira, camarada e amigo de há dezenas de anos e  coordenador desta edição, um sentido obrigado e um abraço de amizade.
   À administração da THALES Portugal e da Edisoft, o nosso reconhecimento pelo patrocínio que generosamente deram e que permitiu viabilizar economicamente a edição desta obra.
   Uma palavra última para a Gráfica Lousanense cuja “tripulação” muito se esmerou em atingir uma produção gráfica de excelente apresentação e muita qualidade.
  Termino com um merecido BRAVO ZULU para os autores dos textos, prefaciador, coordenador da edição e para todos os que de alguma forma contribuíram para a concretização deste projeto.

domingo, junho 03, 2018

O ex-NRP "Delfim"

A situação em que se encontra o ex-SSK "DELFIM" (em que navegaram os submarinistas do nosso Curso), prestou-se ao que os órgãos de comunicação divulgaram, nomeadamente aqui.

quinta-feira, maio 31, 2018

Aniversários de elementos do CR em Junho de 2018

Neste mês de Junho de 2017 fazem anos:

07JUN(1945) JORGE MANUEL DOS PRAZERES ESCALÇO VALADAS
08JUN(1945) RUI COELHO CABRITA
19JUN(1945) LUÍS ANTÓNIO PROENÇA MAIA
23JUN(1943) CARLOS MANUEL DE VASCONCELOS CARRASCO
27JUN(1943) JOSÉ MANUEL NARCISO DE SOUSA HENRIQUES
28JUN(1944) FERNANDO MOREIRA PEREIRA
30JUN(1945) VICTOR MANUEL BENTO E LOPO CAJARABILLE

A todos um grande abraço de parabéns!

Recordamos também neste mês:
No dia 27 de JUNHO (2012) o LUÍS ALBERTO CRISTIANO D'OLIVEIRAdata em que completa mais um ano do seu falecimento e em 06 de JUNHO (de 1943), na data do seu nascimento, o LINO ANTÓNIO DA CONCEIÇÃO PEREIRA MACHADO.

quinta-feira, maio 24, 2018

Encontros mensais do CR: Almoço em 24 de MAIO de 2018 (1)

O almoço mensal realizado na 5ª Feira dia 24 de Maio correu muito bem, o pessoal gostou da ideia (apesar de o tempo não ter colaborado) e, para a 2ª quinzena de Setembro, o Fidalgo vai propor uma ida ao Zêzere.


Fotos do PRoberto (comprimidas)

RELIM dum participante: Foi giro, estivemos no restaurante do Inatel na praia de Oeiras, perto da marina, no paredão, com uma vista soberba sobre o mar. Eramos 21, o almoço foibuffet, com 6 ou 7 pratos quentes, carne e peixe, pagámos, tudo incluído – vinhos, águas, doces e frutas, café - , 15,5€. Espaço amplo, lá dentro e cá fora, há muito que não se socializava com tanto prazer, de todos. Pena o tempo não ter ajudado, mas mesmo assim deixou de chover durante o almoço e logo a seguir. Regista-se a estreia do Joca e mulher, e também da mulher do Santos Jorge (ele já tinha estado no último almoço no CMN).
(Presenças: FSLourençox2, ACFidalgox2, Costa e Silvax2, Anaiax2, SJorgex2, Jocax2, Boninax2, Possidóniox2, Caldeira Santos, Reynaud, MFMeneses, Sousa Henriques e V. Cunha)

sexta-feira, maio 18, 2018

Instalações da Marinha em África (1)

O nosso camarada FSL lança-nos o desafio (o primeiro desta nova rúbrica) da identificação das infra-estruturas mostradas na foto junta e, já agora, a indicação de quem do CR por lá passou antes e/ou depois da descolonização:


Nota: Foto do FSLourenço, comprimida para o Blogue.

quarta-feira, maio 16, 2018

De quem se trata? (4)


Nesta rúbrica, pretendemos especialmente mostrar camaradas do CR que se encontram, por diversas razões, afastados dos nossos convívios. Alguns por residirem longe de Lisboa, como foi um dos casos já mostrados e que ainda não foi identificado e é o caso de hoje. Os CRHC ficam impedidos de o identificarem dado que com ele têm mantido contacto mais frequente.
De quem se trata?

quinta-feira, maio 10, 2018

Utilidades: Duplo uso



Passou-se há uns anos, numa deslocação em serviço aos Açores, mais concretamente a Ponta Delgada. Prestava então serviço no Ministério da Defesa e tinha, por razões que se prendiam com as funções que desempenhava, uma reunião oficial. 
Quando umas horas antes, já no destino, preparava a roupa para esse encontro, apercebi-me que não levava esticadores para os colarinhos duma camisa, que depois de umas horas na mala estavam um pouco "encarquilhados". As lojas encontravam-se abertas e tinha tempo de procurar os esticadores, até porque na zona do centro da cidade onde me encontrava havia várias retrosarias. Uma a uma fui percorrendo todas as que por ali existiam...mas nada. Algumas desconheciam completamente o artigo e outras já não os vendiam há muito tempo.
Pensei no velho clip metálico esticado que por acaso não tinha em nenhum dos dossiers que levava e, já quando me deslocava a uma papelaria, ocorreu-me que para mexer o café já não se usavam colheres mas umas tiras de plástico que cortadas certamente me resolveriam o problema. No momento não me recordava se a espessura não seria demasiado larga. E assim me dirigi a uma casa que também vendia gelados e que frequentava nos meus tempos de guarda-marinha nos patrulhas da classe Maio, especialmente na companhia do nosso camarada Sanches Oliveira oficial da guarnição, como eu do NRP "Brava". Efectivamente a espessura era a que eu pretendia, tendo apenas que cortar o comprimento porque eram grandes demais para a o que precisava.
Resolvi assim o problema e passei a guardar alguns exemplares para este efeito.
Aqui fica portanto esta sugestão que penso ter utilidade.